quinta-feira, 16 de julho de 2009

O Homem Pós-Histórico



O mundo, tal qual conhecemos, não mais existe.
Há apenas um ­homem diante de uma assombrosa descoberta, ­enveredando-se na intrigante busca pelo conhecimento. Um sujeito ­solitário, desenraigado e oprimido por sua condição humana: este é o ­Homem Pós-Histórico.

(...) Sem dificuldades, ele deduz que coisas inanimadas não lhe podem dizer como se chamam, então, ele seria obrigado a dar-lhe nomes convenientes. Dá um nome às pedras, mas são tantas espalhadas pelo caminho que ele percebe que não pode dar nome diferente a cada uma delas, precisava de um título genérico, que servisse para designar todas, independentemente do formato, posição espacial e tamanho. Estabelece a primeira regra de aposição de nomes: para objetos, ele pode conceber um nome coletivo, como para pedras, árvores, montes, rios, flores, nuvens, animais, etc. Porém, ele não pode chamar a Mulher de qualquer coisa, pois ela é especial, individual, ela tem de ter um nome só dela, pelo qual nenhuma outra mulher no mundo, caso haja outra, possa ser chamada. (...)

Calaméo - http://en.calameo.com/books/000002238570b2ecbb5f3

Recanto das Letras - http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1720777

Scribd - http://www.scribd.com/doc/17700449/O-Homem-PosHistorico


Ficha Técnica:

Autor:
Henry Alfred Bugalho

Ano:
2009
Edição:
1
Número de páginas:
113


Sobre o autor

Henry Alfred Bugalho é formado em Filosofia pela UFPR, com ênfase em Estética. Especialista em Literatura e História. Autor de quatro romances e de duas coletâneas de contos. Editor da Revista SAMIZDAT e um dos fundadores da Oficina Editora. Autor do livro best-selling "Guia Nova York para Mãos-de-Vaca". Mora, atualmente, em Nova York, com sua esposa Denise e Bia, sua cachorrinha.

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